Bom dia, Gilvan,
Que boa iniciativa em compartilhar isso.
Esses cinco tópicos realmente concentram boa parte do que cai no Exame de Suficiência, e vale a pena entender o porquê de cada um estar nessa lista.
Balanço Patrimonial é praticamente certo em qualquer prova, porque é a base de tudo na contabilidade. Saber classificar corretamente as contas entre circulante e não circulante, entender a lógica de débito e crédito e dominar o Ativo Não Circulante — especialmente ARLP, Imobilizado, Investimentos e Intangível — é fundamental. Muita questão explora justamente a classificação correta dessas contas.
CPC 27 trata do Ativo Imobilizado e é um dos pronunciamentos que mais aparece em prova. O exame gosta de testar o custo de aquisição, os critérios de mensuração e, principalmente, o cálculo da depreciação em suas diferentes formas. O CPC 01, que trata do Teste de Recuperabilidade (impairment), quase sempre vem junto, então estudar os dois em conjunto faz muito sentido.
DVA (Demonstração do Valor Adicionado) é um tema que muita gente deixa de lado e acaba se arrependendo na prova. A estrutura da DVA tem duas partes bem distintas: a geração de valor e a distribuição desse valor entre os diferentes públicos (empregados, governo, financiadores e sócios). Entender essa lógica é mais importante do que decorar a estrutura.
CPC 16 — Estoques é outro clássico. As questões costumam explorar os métodos de custeio, especialmente o PEPS e o Custo Médio, além do CMV e das finalidades dos estoques. Vale praticar bastante com cálculos, porque a prova quase sempre traz exercícios numéricos nesse tema.
CPC 25 — Provisões fecha a lista e merece atenção especial. O exame gosta de testar a diferença entre provisão, passivo contingente e ativo contingente, e os critérios para reconhecimento de cada um. Saber quando se reconhece, quando se divulga apenas em nota e quando não se faz nada é o coração desse tema.