Olá! Os erros mais comuns são:
1. Classificação fiscal incorreta (CFOP, CST, NCM)
CFOP errado em entradas/saídas
CST incompatível com o regime tributário
NCM incorreto (impacta diretamente tributos)
2. Créditos indevidos (principalmente PIS/COFINS)
Tomar crédito sobre despesas não permitidas
Crédito sobre uso e consumo indevido
Não observar regime (cumulativo x não cumulativo)
3. Parametrização errada no sistema
Regime tributário configurado errado
Regras fiscais mal definidas
Produtos sem vínculo correto com tributação
4. Falta de conferência de notas fiscais
NF-e importada com erro e não revisada
XML divergente do que foi lançado
Cancelamentos não refletidos
5. Erros na apuração de impostos
Base de cálculo errada
Exclusões indevidas
Não consideração de benefícios fiscais
6. Obrigações acessórias inconsistentes
Diferença entre SPED, DCTF, EFD, etc.
Informações não batem entre si
7. Falta de conciliação contábil
Caixa não bate com banco
Estoque inconsistente
Impostos a recolher divergentes
8. Dependência excessiva de automação
“O sistema fez, então está certo”
Falta de validação humana
Controles e rotinas que evitam esses erros:
1. Checklists operacionais (por processo)
Tenha checklist para:
Fechamento fiscal
Fechamento contábil
Entrega de obrigações
2. Rotina de conferência em 2 níveis
Quem executa não é quem revisa
Revisão por amostragem (ou total, dependendo do porte)
3. Revisão periódica de parametrização
Conferir tributação de produtos
Validar regras fiscais no sistema
Revisar após mudanças de regime
4. Conciliações obrigatórias
Bancária
Fiscal x contábil
Impostos a recolher
Receita x notas emitidas
5. Controle de documentos
Garantir que todas as notas foram importadas
Conferir cancelamentos e inutilizações
Validar integridade dos XMLs
6. Análise crítica antes da entrega
Não é só gerar — é analisar:
Variações fora do padrão
Tributos muito altos ou baixos
Comparação com meses anteriores
7. Atualização constante da equipe
Erro fiscal muitas vezes é falta de atualização, não falta de conhecimento.