DFC - Análise Comparativa (Impacto no Caixa)

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    Lucro do Exercício Ano 2024........................................R$ 248.520,00

    (+) Depreciação Acumulada do Exercício................R$ 18.000,00

    Lucro Ajustado.....................................................................R$ 266.520,00

    Variações nos Ativos e Passivos:

    (+) Redução em Duplicatas a Receber........................R$ 70.000,00

    (-) Redução em Fornecedores.......................................R$ (97.000,00)

    (+) Aumento em Contas a Pagar....................................R$ 7.400,00

    (-) Redução em Salários a Pagar....................................R$ (8.500,00)

    (+) Aumento em Tributos a Recolher............................R$ 29.000,00

    (=) Fluxo de Caixa Líquido Ativ. Operacionais..........R$ 267.420,00

    Esse é um exercício da graduação, a minha dúvida é:

    Como sabemos DFC é entrada e saída de caixa, não se baseia no regime de competência, correto? Nas análises, na conta fornecedor, dar- se a entender que saiu do caixa 97.000,00 reais, Salários a pagar saiu do caixa 8.500,00 reais, contudo, Tenho dúvida: O aumento em contas a pagar e tributos à recolher, o caixa, na minha visualização não foi movimentado e sim, de 2023 para 2024 aumentou o valor a pagar, no método indireto é preciso fazer esse ajuste com esses aumentos?

    Desde já antecipo agradecimentos aos professores e colegas

    Deus vos abençoe sempre!

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    Respostas da Comunidade (2)

    Maria da conceição Silva
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    🌱 107 pts

    Bom dia, Gilvan! A Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) é elaborada com base no regime de caixa, porém, no método indireto, ela parte do lucro líquido, que é apurado pelo regime de competência. Por isso, são necessários ajustes para converter o lucro em fluxo de caixa.

    Nas variações do capital de giro, a lógica é a seguinte:

    • Aumento de passivos (como contas a pagar e tributos a recolher): indica que a despesa foi reconhecida, mas ainda não foi paga. Ou seja, não houve saída de caixa, então esse valor deve ser somado ao lucro na DFC.

    • Redução de passivos (como fornecedores e salários a pagar): indica que houve pagamento de obrigações, gerando saída de caixa, devendo ser subtraído.

    • Redução de ativos (como duplicatas a receber): indica entrada de caixa, sendo somado.

    Aplicando ao exercício, mesmo que o aumento em contas a pagar e tributos a recolher não represente movimentação imediata de caixa, esses valores devem ser ajustados no método indireto, pois o lucro considerou essas despesas.

    Assim, o fluxo de caixa líquido das atividades operacionais está corretamente apurado em R$ 267.420,00.

    GA
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    Olá Maria! Muito boa a sua explicação, ficou mais fácil compreender, além de entregar a atividade da graduação com mais confiança, também vou para o exame de suficiência mais confiante. Se Deus quiser teremos vitória!

    Deus te abençoe sempre!

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