Pessoal, queria trocar uma experiência com vocês.
Estou com um caso de MEI que, após análise exaustiva do extrato bancário, apurou faturamento anual de aproximadamente R$ 112 mil, ultrapassando o limite do MEI em mais de 20%.
Já tenho clareza de que, pela legislação, o caminho correto é o desenquadramento e a migração para ME no Simples, com possível repercussão retroativa.
Mesmo assim, queria saber de vocês:
Alguém já passou por situação semelhante com cliente?
Conseguiram adotar alguma estratégia legal para:
evitar o desenquadramento retroativo, ou
ao menos reduzir o impacto tributário dessa transição?
Já fiz a separação criteriosa de faturamento real (Pix de terceiros e adquirentes) e excluí aportes, transferências próprias e reembolsos. Não se trata de “maquiar” número, mas de buscar o melhor caminho dentro da legalidade, para não penalizar excessivamente a cliente.
Agradeço muito quem puder compartilhar vivência ou orientação prática 🙏