Dúvida sobre lançamento de aplicação rcd de longo prazo

    DC
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    Bom dia. No caso de uma aplicação financeira do tipo RCD de longo prazo, 2 anos de carência para resgate, eu devo lançar no ativo circulante - aplicação financeira ou teria que lançar no ativo não circulante - investimentos?

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    Respostas da Comunidade (4)

    ER
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    Olá Davidson, boa noite.

    No contexto da contabilidade no Brasil, as aplicações financeiras devem ser classificadas no balanço patrimonial de acordo com o prazo de resgate. Para uma aplicação financeira do tipo RCD (Recibo de Depósito a Prazo) com carência de 2 anos para resgate, o correto seria lançá-la no ativo não circulante, sob o subgrupo "Investimentos".

    Isso se deve ao fato de que o ativo não circulante inclui investimentos que não serão realizados (convertidos em dinheiro) dentro do ciclo operacional da empresa ou em um período superior a 12 meses após a data do balanço. Portanto, como a aplicação tem um prazo de carência de 2 anos, ela se enquadra como um investimento de longo prazo e deve ser registrada no ativo não circulante.

    Lembre-se de que a classificação correta é importante para a adequada apresentação das finanças da empresa e para atender às normas contábeis vigentes.

    Espero ter ajudado!

    DC
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    @Edilene Ribeiro obrigado pela informação, só mais uma dúvida, essa aplicação sendo lançada no ativo não circulante, nesse caso ela não se enquadra como equivalente de caixa para a DFC correto? E ela deve ser enquadrada no fluxo de investimento, estou correto?

    ER
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    @Davidson Samir Abreu Caires Exatamente, você está correto. Uma aplicação financeira de longo prazo classificada no ativo não circulante não se qualifica como equivalente de caixa para fins da Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC). Equivalente de caixa é um termo utilizado para se referir a ativos de curto prazo, altamente líquidos, que são facilmente convertíveis em uma quantia conhecida de dinheiro e que estão sujeitos a um risco insignificante de mudança de valor.

    Portanto, essa aplicação deve ser incluída no fluxo de investimentos da DFC. Isso significa que quaisquer entradas ou saídas de caixa relacionadas a essa aplicação, como aquisições ou resgates, serão registradas na seção de atividades de investimento da DFC.

    A classificação correta na DFC é importante para fornecer uma visão clara das atividades de investimento da empresa e para garantir que os usuários das demonstrações financeiras tenham informações precisas sobre os fluxos de caixa da empresa.

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