Olá Reneudes
Sem CEBAS, não é possível zerar legalmente os tributos da folha, especialmente o INSS patronal, cuja isenção só existe com a certificação. Porém, há elisão fiscal válida enquanto o CEBAS não sai: a ONG pode aplicar a imunidade constitucional para IRPJ e CSLL e, em muitos municípios, também para o ISS, mediante pedido administrativo. PIS e COFINS devem ficar no regime cumulativo, com exclusão de doações, subvenções e convênios da base, reduzindo a carga. Na folha, só é possível redução indireta, via voluntariado formal, bolsas legalmente estruturadas e parcerias, sem vínculo trabalhista. O CMDCA não gera isenção, apenas fortalece o caráter assistencial. Entre OSCIP e CEBAS, a estratégia correta é focar no CEBAS, única via para zerar o INSS e obter o maior ganho tributário
Espero ter ajudado.