Os varejistas são obrigados a emitir NFCE, a depender do estado. O problema aí, é que as vendas em dinheiro físico, está ficando sem ser tributada.
Empresa varejista, optante pelo Simples Nacional de Pernambuco
Boa noite. Colegas, uma Empresa varejista, optante pelo Simples Nacional, localizada em Pernambuco… Que só vender pela maquineta de Cartão de Crédito e receber via PIX (Conta bancária - PJ) terá algum problema? Pergunto devido ao fato dela não usar NFCE.
Observação: Considerando dela informar, no Faturamento do PGDAS, os valores recebidos por PIX e Cartão de Crédito certinhos.
Respostas da Comunidade (2)
Olá Sheila
Uma empresa varejista optante pelo Simples Nacional, localizada em Pernambuco, não pode deixar de emitir NFC-e apenas porque recebe 100% das vendas por cartão de crédito e PIX. Os meios de pagamento não substituem o documento fiscal: cartão e PIX comprovam apenas o recebimento financeiro, enquanto a NFC-e é o documento que comprova a circulação da mercadoria, exigida pela legislação do ICMS estadual. Mesmo que a empresa informe corretamente o faturamento no PGDAS, isso não regulariza a ausência de emissão da NFC-e, pois o PGDAS atende à esfera federal (Simples Nacional) e não substitui as obrigações acessórias estaduais. A falta de NFC-e caracteriza venda sem documento fiscal, sujeitando a empresa a autuações, multas e arbitramento de receita pela SEFAZ/PE. Portanto, o correto é emitir NFC-e em todas as vendas ao consumidor final, independentemente do meio de pagamento, e declarar no PGDAS com base nas vendas devidamente documentadas.
Espero ter ajudado.
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