Olá Sidney
No início da carreira, o mais indicado para um arquiteto é atuar como Pessoa Física (autônomo), pois ele ainda não pode ser MEI e, geralmente, o faturamento é baixo e irregular. Como PF, ele pode emitir NFS-e (ou RPA, conforme o município/cliente), recolher INSS, ISS e IR via Carnê-Leão, sem ter custos fixos mensais de empresa, contador e obrigações acessórias mais complexas. Apesar da carga tributária da PF poder ser alta, a simplicidade e a ausência de custos fixos tornam essa opção mais viável no começo. A abertura de CNPJ (PJ no Simples Nacional) passa a valer a pena quando o faturamento se torna mais previsível e recorrente, normalmente a partir de algo em torno de R$ 6.000 a R$ 8.000 mensais, pois permite melhor planejamento tributário, mesmo com maior burocracia e custos fixos.
Portanto, a orientação prática é: começar como PF, acompanhar o faturamento e migrar para PJ no momento em que a receita se estabilizar, fazendo uma simulação tributária antes da mudança.
Espero ter ajudado.